segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

INTRODUÇÃO NO TRABALHO ACADÊMICO

Um das partes mais importantes sobre o trabalho acadêmico é a INTRODUÇÃO.

A INTRODUÇÃO nada mais é que a definição do tema e do problema. É neste momento que o pesquisador apresentará seu tema, seus objetivos, a importância do trabalho, tudo embasado numa linha teórica, já proposta no projeto inicial para a elaboração do texto científico. Muitos me enviam dúvidas de como elaborar esta etapa tão importante e por isso venho compartilhar aqui um texto completo, eficaz e numa linguagem muito simples do site PÓS GRADUANDO, com o título "Como fazer uma introdução de um trabalho acadêmico", elaborado pelo autor do próprio site (não apresenta o nome do mesmo). Preferi não copiar e colar aqui, pois aqui trabalhos com compartilhamento de ideias e escrevemos nossos próprios textos, e também todos ficam conhecendo este site muito útil a todos os acadêmicos

CLICAR NO LINK A SEGUIR: http://posgraduando.com/como-fazer-uma-introducao/


sábado, 18 de julho de 2015

Etapas da História Oral



Apresentamos abaixo as etapas da metodologia aplica com as pesquisas embasadas em História Oral.

  •    Elaboração do projeto;
  •    Gravação de entrevistas;
  •    Confecção do documento escrito e/ou visual;
  •    Devolução;
  •    Análise do produto (quando não se tratar de um projeto de banco de histórias)

1- Elaboração do Projeto:

- Escolha de um tema para pesquisa;
- Colocar um título no projeto;
- Elaboração de uma justificativa teórica, para embasar o projeto (cada teórico tem uma linha);
- Definir objetivos gerais e específicos;
- Elaboração de Hipóteses, levantando as problemáticas do projeto;
- Delineação dos procedimentos metodológicos;
- Cronograma;
- Apresentação da forma de devolução da pesquisa;
- Referências Bibliográficas.

obs: apresentaremos um post sobre entrevistas na pesquisa com História Oral em breve


domingo, 19 de abril de 2015

História Oral: Teoria, Referências e Metodologia

Dentro da historiografia se discute que a História Oral seria inovadora primeiramente por seus objetos, pois dá atenção especial aos “dominados”, aos silenciosos e aos excluídos da história (na época da História Tradicional), à história do cotidiano e da vida privada, à história local e enraizada. Em segundo lugar, seria inovadora por suas abordagens, que dão preferência a uma história vista de baixo[1], atenta às maneiras de ver e de sentir, e que as estruturas objetivas e as determinações coletivas prefere as visões subjetivas e os percursos individuais, numa perspectiva decididamente micro-histórica. Dentro desta percpectiva, selecionamos o autor José Carlos Sede B. Meihy para fundamentar o uso dessa metodologia.
Para José Carlos Sebe B. Meihy (2011) História Oral Plena, entende a elaboração e a análise das entrevistas. A história oral plena se realiza em si, isto é, depois de elaboradas as entrevistas,trançam-se análises de várias pessoas contidas em um mesmo projeto, ou seja, na combinação das narrativas formuladas pelas entrevistas que lhes garante em si autonomia e consistência analíticas.

As análises, nesses casos, devem sempre ser comparativas, mesclando opiniões, pontos de vista ou fatos revelados em gravações que contenham redes de entrevistados com características próprias [...] No caso da história oral plena não é preciso se valer de cruzamentos com outros documentos que não sejam as entrevistas (MEIHY, 2011:16)


A metodologia oral em análise prima para registrar a memória viva, as emoções, as paixões, o olhar, a perspectiva peculiar e os sentimentos de indivíduos das mais diversas origens socioculturais. Michael de Pollak (1992) ao colocar sobre “acontecimentos vividos por tabela”. São acontecimentos vividos pelo grupo de quilombolas e que nem sempre a pessoa não participou e em seu imaginário se tornou parte dessa identidade. O método oral explicita este tipo de catalogação, propiciando uma construção dos personagens envolventes com o lugar antropológico.

Para a fase de transcrição, seguiremos o que Tourtier-Bonazzi (1998) propõe:
  • A transcrição será feita pelo próprio entrevistador, o quanto antes;
  • As passagens pouco audíveis devem ser colocadas entre colchetes;
  • As dúvidas, os silêncios, assinaladas por reticiências;
  • As pessoas citadas, designadas por iniciais (quando solicitado pelas mesmas);
  • As palavras em negrito serão as de forte entonação;
  • Anotações como risos devem ser grifadas;
  • Subtitulos para facilitar a leitura;
  • Os erros flagrantes deverão ser corrigidos datas, nomes próprios etc.
REFERÊNCIAS

FRAÇOIS Etienne. A fecundidade da história oral. In: FERREIRA, Marieta  de Morais Ferreira, (Org.). Usos e abusos da história oral. Fundação Getúlio Vargas, 8ª Edição,  Rio de Janeiro, 2006

MEIHY, José Carlos Sebe B. Guia prático da história oral: para empresas, universidades, comunidades, famílias. Contexto, São Paulo, 2011.

TOURTIER-BONAZZI, Chantal de. Arquivos: propostas metodológicas. In: FERREIRA, Marieta  de Morais Ferreira, (Org.). Usos e abusos da história oral. Fundação Getúlio Vargas, 8ª Edição,  Rio de Janeiro, 2006

obs: desenvolvemos uma grade para ser usada na pesquisa de Histórial Oral. Mais para frente disponibilizaremos em nossa página.


[1] Geschichte von unten, Geschicte von inne.

domingo, 18 de janeiro de 2015

Metodologia para Estudos de Territorialidade

  • José Carlos Sebe B. Meihy (2011) História Oral Plena, entende a elaboração e a análise das entrevistas. A história oral plena se realiza em si, isto é, depois de elaboradas as entrevistas, trançam-se análises de várias pessoas contidas em um mesmo projeto, ou seja, na combinação das narrativas formuladas pelas entrevistas que lhes garante em si autonomia e consistência analíticas;
  • A metodologia oral em análise prima para registrar a memória viva, as emoções, as paixões, o olhar, a perspectiva peculiar e os sentimentos de indivíduos das mais diversas origens socioculturais. O método oral explicita este tipo de catalogação, propiciando uma construção dos personagens envolventes com o lugar antropológico.
  • O trabalho com Arqueologia, sabendo em qual linha seguir desta, considerando a cultura material, também é um método importante;
OBS: No decorrer das próximas postagens aprofundaremos estudos sobre História Oral e Arqueologia, embasando a ideia do uso da territorialidade.

domingo, 8 de dezembro de 2013

Tipos de Documentação


Muito embora as inovações dos Annales não tenham culminado na década de 1930, os mesmos propiciaram que estudos historiográficos se renovassem conforme as circunstâncias do contexto histórico. Dessa maneira, com o advento da História Cultural (1970), ou ainda com a História Política Renovada (1980), o arcabouço documental dos historiadores se ampliou ao ponto de imagens, utensílios domésticos, objetos cotidianos, fotografias, estelas funerárias, panfletos populares.

1- Documentação Textual Escrita: ainda que a documentação textual escrita tenha sido criticada, principalmente aquelas relacionadas com os segmentos sociais heterogêneos, a renovação nos estudos historiográficos. Enquanto pesquisados devemos ter algumas ressalvas para com os pontos. Não podemos analisar uma documentação escrita do passado com os "olhos do presente".

2- Documentação Imagética: A análise imagética de uma única obra, por vezes, não gera resultados significativos, ainda que seja para endossar/ opor as informações da documentação textual escrita. O pesquisador deve se valer de um corpus imagético mínimo que retrate cenas semelhantes, para que daí consiga materialidade em suas considerações. Outro fator essencial é a identificação do contexto social em que o mesmo foi produzido, pois assim algumas das informações presentes podem ser justificadas através da relação entre a imagem e o período histórico. Este tipo de documento deve ser catalogado, considerando: lugar, datação, artefato, técnica,artista, conteúdo e referência.

3- Documentação Arqueológica: A documentação arqueológica não deve ser pensada, como um elemento desvinculado para a área de História. O campo nos possibilita conhecer as práticas cotidianas dos indivíduos, elementos que fogem da encomenda imagética ou das produções literárias. Mediante o estudo arqueológico temos acesso as informações culturais das cidades, as modificações religiosas, as práticas sexuais e as relações de gêneros, devido a diversidade documental que podemos verificar no campo arqueológico. Para se estudar esse tipo o corpus deve conter: Local e Período de Produção, Tipo de artefato ou sitio arqueológico, As dimensões do objeto, lugar que foi encontrado, a relevância social de tal elemento, a recorrência do objeto de estudo na sociedade e as referências sobre o tema.

4- Documentação Epigráfica: A epígrafe é o saber que se dedica ao estudo das inscrições materiais duros (inscrições fúnebres, honoríficas, defixiores, domésticas, caráter descontínuo e votivas).

segunda-feira, 4 de março de 2013

O Historiador e suas Fontes



quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Modelo para colocar em Referência Bibliográfica


Formatação:
a) Sobrenome (Maiúsculo) e Nome do Autor (Primeira Letra em Maiúscula).
b) Em itálico com as primeiras letras de palavras principais em Maiúscula.
d) Número arábico seguido de “a” em caixa de textos subscrito superior e finalizado por “ed.”
de edição (abreviado) seguido de ponto.
e) Primeira letra em Maiúscula.
f) Primeira letra em Maiúscula.
g) Ano em quatro algarismos (0000).
h) Primeira letra em Maiúscula.
Pontuação:
SOBRENOME (,) Nome do Autor (.) Título da Obra (:) Subtítulo da Obra (.) Tradução [...] (.)
Edição (.) Cidade da Editora (:) Editora (,) Ano (.) Informações Complementares (.)
Modelo:
ALVES DOS SANTOS, Antônio Carlos et alii. Economia & Vida na perspectiva da encíclica
Caritas in veritate. São Paulo: Companhia Ilimitada, 2010.
BENTO XVI. Carta encíclica Caritas in veritate. 2ª ed. São Paulo: Paulinas, 2009. (A voz do
Papa 193).
BOUTET, Thierry. “A arquitetura mundial de Bento XVI”. In ALVES DOS SANTOS, Antônio
Carlos et alii. Economia & Vida na perspectiva da encíclica Caritas in veritate. São Paulo:
Companhia Ilimitada, 2010, p. 30-34.
CAMACHO, Ildefonso. Doutrina Social da Igreja: abordagem histórica. São Paulo: Loyola,
1995.